sexta-feira, 13 de julho de 2012

VALE A PENA REVER: Quijingue.com entrevista: Sr. Bernardo Diogo Cavalcante

Nos aproximamos de mais uma eleição municipal, nada mais oportuno do que rever uma emocionante entrevista com um grande quijinguense.

Sr. Bernardo Diogo Cavalcante
Nascido na fazenda Cumbe do Gato, município de Quijingue-Ba, em 24 de julho de 1930, Seu Bernardo é um homem simples, mas com muitas histórias para contar. Desde muito cedo, aos 8 anos de idade, já labutava na roça para ajudar no sustento da família. Um dos personagens vivos mais importantes da história política do município, Seu Bernardo foi um grande comerciante da região e o primeiro tesoureiro da prefeitura de Quijingue, na gestão do Sr. Jonas Rocha (in memoriam) até 1967. Seu Bernardo também foi candidato a prefeito em 1988, mas perdeu para o Sr. Floriano Silva (in memoriam).
Aos 80 anos de idade a saúde já não é a mesma, mas com muita simpatia Seu Bernardo nos recebeu em sua casa, em Quijingue, e nos contou um pouco da sua história.
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Quijingue -BA, 05 de Fevereiro de 2011
Por: Laerte Brito
Quijingue.com: O senhor nasceu numa pequena fazenda de Quijingue. Como era a vida naquele tempo?

Bernardo: Eu nasci na fazenda Cumbe do Gato, Quijingue-Ba, em 24 de julho de 1930. Naquele tempo a vida na roça era muito cruel. A gente trabalhava muito na enxada, plantava feijão, tudo na enxada, no chão seco, pouca água. Comecei a trabalhar com 8 anos de idade. O pior de tudo era a dificuldade que existia naquela época, quando uma pessoa adoecia. Eu mesmo sofri muito com doença na família, com a dificuldade de tudo. Não existia transporte, se adoecia uma pessoa você tinha que transportar no lombo ou no cabeçote de uma sela para se deslocar para o Tucano. Chegava na estrada e muitas vezes não passava nenhum transporte. Algumas vezes a gente pegava uma caçamba com o doente nos braços. Era difícil...

Quijingue.com: O Sr. frequentou a escola?

Bernardo: Estive numa escola, levantava 5h da manhã, sentava num banco de manhã, estudava até meio dia, descansava um pouquinho na hora do intervalo para almoçar e depois sentava no banco de novo, levantava só 17h. Mas eu estudei só três meses, durante três anos. Estudei um mês por ano. O pouquinho que passei saber aprendi trabalhando.

Quijingue.com: Depois da roça, para onde o Sr. foi?

Bernardo: Depois fui para a Lagoa do Junco, trabalhar no comércio. Passei quatro anos lá. Trabalhei no comércio com Valdemar, sogro do Nito¹. O Valdemar botou um comércio, mas depois quis ir embora para Jacobina, então o João Ferreira (in memoriam) comprou o comércio para eu trabalhar. Depois trabalhei também como agente arrecadador da prefeitura de Tucano em Algodões. Trabalhei com tanta coisa... se fosse contar tudo passaria o dia todo (risos).

Quijingue.com: Quanto tempo o senhor ocupou a função de Agente Arrecadador?

Bernardo: Só sete meses. Eu só ficava no trabalho que dava para eu comer, né? (risos) Depois saí e fui trabalhar no Cariacá, onde trabalhei um ano e meio com motor de sisal. Já tinha trinta e poucos anos. Vim trabalhar em Quijingue em 1963. Passei a ser o tesoureiro da prefeitura, depois, trabalhei com Jonas no cartório até colocar o meu comércio.

Quijingue.com: O Sr. vivenciou e assistiu a muitas transformações pelo qual passou o município. Em sua opinião a vida em Quijingue tem melhorado?

Bernardo: Realmente eu acho que Quijingue melhorou. Em algumas coisas, antigamente era melhor, não tinha tanta violência como hoje. Por outro lado, conseguir alguma coisa, algum serviço como tem hoje era mais difícil. O transporte, por exemplo, nesse tempo não existia, era pouco. A gente para sair daqui para Euclides da Cunha, para Tucano, era muita dificuldade. Não tinha transporte para sair, não tinha médico. Para se conseguir receitar uma pessoa era uma dificuldade. Hoje tem um hospital em Quijingue; é fraco, mas ajuda nos primeiros socorros da gente.

Qujingue.com: O Sr. foi uma grande liderança política oposicionista da era Felisberto. Chegou a ser candidato por duas vezes, a primeira como vice-prefeito, na chapa do senhor Manoel Penedo e depois, em 1988, candidatou-se a prefeito contra o senhor Floriano, sendo derrotado nas duas ocasiões. O Sr. tem algum arrependimento dessa época?

Bernardo: Não. Não tenho... faria tudo novamente!

Quijingue.com: O Sr. era um comerciante bem sucedido. O Sr. se sentiu usado diante de toda aquela situação na época, pelo seu grupo?

Bernardo: Não! Quer dizer... algumas pessoas não deixaram de me usar, né? E eu não deixei de servir, passei três anos carregando gente doente para salvador.

Quijingue.com: Floriano governou em um tempo de muitas incertezas do país. Instabilidades econômicas e de pouca ajuda federal ao município. É tido por muitos como uma das piores experiências administrativas que passaram pela prefeitura de Quijingue. Com a conjuntura política e social que ele enfrentou o Sr. acredita que poderia ter sido um bom prefeito?

Bernardo: Pelo menos para o povo. Não sei se teria sido um bom administrador do município. Agora, para ajudar o povo eu teria sido. Porque às vezes quem é bom para uma coisa é ruim para outras.

Quijingue.com: Quando e como foi o seu ingresso na política?

Bernardo: Toda vida eu gostei da coisa da política, de votar em alguém ou fazer alguma coisa por alguém na política; eu até aumentei a minha idade para votar a primeira vez (risos). O primeiro voto que eu dei foi naquele sobrado ali, da Dona Didi², em 1945. Eu to com 80 anos, no meu documento eu to com 83. Aí eu me entrosei aqui e logo fui ser tesoureiro do Jonas, ele era político aí fiquei trabalhando em política com ele. Antes eu já votava nos Penedo de Tucano, fazia parte do grupo. Mas naquele tempo eu não fazia política, só votava. Quanto vim para aqui, passei a fazer parte da política porque fui trabalhar com o primeiro prefeito (Jonas Rocha).

Quijingue.com: E o Sr. deixou a política?

Bernardo: Deixei. Só não deixei de votar. (risos)

Quijingue.com: E por que o Sr. deixou a política?

Bernardo: Porque, você sabe, acabei o que tinha, fiquei velho cansado. Mas ainda hoje eu sou meio fanático (risos). Algumas pessoas foram ingratas comigo, na época da minha eleição. Não peço voto, hoje, por causa disso.

Quijingue.com: O Sr. tem voz ativa no grupo? Como é a sua relação com a oposição?

Bernardo: Não, só acompanho de longe. Às vezes alguém quer que eu faça parte, pedindo voto ao povo por aí, mas eu não peço.

Quijingue.com: Como era a política naquele tempo?

Bernardo: Eu acho que é quase a mesma coisa, tinha as mesmas divergências. A gente lutava contra o Seu Felisberto³ (in memoriam), disputava o negócio, muitas vezes, com calor. Só que a gente nunca brigou. Eu, graças a Deus, fiz muita amizade com todo mundo. Só tinha divergência com eles, na política, na campanha, mas passando [a campanha] não.
Eu fui até convidado a ir para grupo do Felisberto, fui convidado pelo Barbosa.

Quijingue.com: Quando surgiu esse convite?

Bernardo: Não me lembro em que ano foi... foi depois da minha campanha com Floriano... não lembro, não. Porque naquele tempo o povo dizia o seguinte: “vá para o grupo do Felisberto que a gente quer fazer de você o prefeito; só não fora do grupo, porque o seu grupo é fraco”.

Quijingue.com: Quem dizia isso?

Bernardo: O povo! Inclusive os eleitores do Felisberto que também eram meus amigos. Se votassem em mim estando em outro grupo, falseavam o Felisberto. O grupo deles era mais forte, tinham mais condição de socorrer em qualquer hora, tinham mais dinheiro. Mas gostavam de mim, realmente gostavam. Acho que se eu fosse para o grupo deles teria sido prefeito daqui. Mas eu não quis, para não ser ingrato com alguém, né? Não era por desinteresse ou por raiva do grupo deles... não... é porque eu tinha uma gratidão. Quem me trouxe para aqui foi o outro; quem ajudou a criar minha família foi o outro.

Quijingue.com: O outro quem?

Bernardo: O Jonas Rocha, os outros políticos. O João Ferreira quem me trouxe para aqui, eu acompanhava ele lá no Maceté. O Jonas não me conhecia. Ele (João ferreira) falou ao Jonas que tinha uma pessoa para representar, caso o Jonas fosse eleito. Quando Jonas ganhou, ele me apresentou e eu vim morar e trabalhar aqui. A partir daí o Jonas me ajudou a vida toda [...] Quem me ajudou a criar meus filhos foi o Jonas. Quando o Felisberto me exonerou do cargo de tesoureiro, o Jonas disse: “-fique comigo no cartório! Eu vou lhe treinar para você trabalhar”. E eu fiquei! Foi o tempo que eu botei um comercinho e cresci um pouco. Chegou ao ponto até de não precisar mais do cartório. Mas quem me ajudou foi o Jonas. Com isso, eu nunca quis sair do grupo dele, em gratidão pelo que ele me fez.

Quijingue.com: Para quem não conhece, quem foi o João Ferreira?

Bernardo: João Ferreira foi um comerciante de Maceté. Ele foi o candidato a sucessão do Jonas, contra o Felisberto em 1966. Mas foi derrotado. Anos mais tarde ele se elegeu vereador, por dois mandatos. Na última eleição (2008), seu filho, Expedito, foi candidato a vereador. João Ferreira faleceu ano passado, aos 81 anos.

Quijingue.com: Como era o Senhor Jonas Rocha?

Bernardo: Ele era um homem rígido [...] mas não era uma pessoa ruim. Você não vê o jeito da Família? É o sistema deles. As pessoas falam muito do Baio*, politicamente, coisa e tal, mas o Baio foi uma das pessoas que mais ajudou o povo daqui, o povo pobre. É assim, meio fechado, mas ajudou muito mais do que muitos por aí.

Quijingue.com: O senhor tem consciência da importância histórica que tem para o município de Quijingue?

Bernardo: (risos) rapaz, eu ajudei muita gente, não é? Mesmo sendo pobre como sou, ajudei muito. Mas eu acho que o povo é quem vai dizer... (risos)

Quijingue.com: Com certeza! Nós já estamos dizendo.

Bernardo: (risos) eu sinto que as pessoas têm aquela consideração. O povo sempre me teve atenção, tanto quem foi adversário como correligionário, principalmente os mais velhos que nunca passam por mim sem me cumprimentar. E eu também tenho esse hábito, de cumprimentar todo mundo. Graças a Deus, nessa parte eu me sinto honrado.

Quijingue.com: O Sr. sente saudades do tempo que fazia política?

Bernardo: Tenho. Era bom... Como eu disse: na política nós tínhamos as divergências, mas não era ruim, não. Era até um divertimento (risos).

Quijingue.com: Que mensagem o Sr. gostaria de deixar para a juventude de Quijingue?

Bernardo: Eu sempre digo que o futuro de cada lugar, inclusive do Quijingue é o jovem. Mas eu acho que ainda vou demorar em ver o Quijingue melhorar. Acho que vai demorar a melhorar e eu não demoro muito a morrer (risos). Pode até que melhore com rapidez. Mas muitos só votam por algo em troca. Ainda tem gente, inclusive jovem estudado, que ainda vende o voto. Quem se elege comprando voto não pode administrar um município que preste, porque se ele comprou voto, ele gastou o dinheiro e vai querer tirar quando se eleger.

Gostaria de mandar um abraço e desejar felicidades a todos, que todos tenham um ano feliz.

Seu Bernardo manda um "Alô" para os Quijinautas:

____________________________________
1. João Felisberto dos Santos (Nito) é ex-prefeito de Quijingue.
2. Balbina Xavier (Dona Didi), morou muitos anos no antigo sobrado, que deu lugar ao atual Super Rocha.
3. Felisberto José da Silva, governou Quijingue por 4 mandatos. Falecido em 05.02.2008, aos 90 anos.
*  José Romero Rocha (Baio), vereador na atual legislatura.

31 comentários:

  1. Parabéns pela entrevista, isso é bom para q as pessoas ilustres da nossa terra, como é o caso do Sr. Bernardo, não fiquem esquecidos.

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  2. Era o tempo dos bico seco e dos bico molhado, rs...

    Muito bom, parabéns pelo resgate!
    Parabéns Seu Bernardo pelos anos que se dedicou ao município.

    Abraços!

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  3. Adorei a entrevista!!!!!!!!!

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  4. Olha eu achei a intrevista o masimo espero que as pessoas que lerem tirem algum proveito disso parabems Sr. Bernardo diogo como gosto de chamar.

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  5. parabens ao site quijingue.com
    pela intrevista com essa pessoa ilustre de quijingue que fez muito pelo nosso municipio
    e que os jovens olhem bem aos administradores que ai estao e aprendam votar que um municipio nao so e vive de festas.parabens seu bernardo.

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  6. Parabens a galera do Quijingue.com,
    otima entrevista, desde a primeira que publicaram vejo a evolução nessa.

    vamos em frente.. entrevistar outros..

    abss

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  7. Certamente um grande personagem da História recente do nosso município.

    Sr. Bernado os nossos sinceros agradecimentos pela entrevista... suas sábias palavras traduz com clareza o contexto político-social de Quijingue de outrora e aponta caminhos que devem ser trilhados na busca de um futuro melhor para nosso tão sofrido povo.

    Parebéns Quijingue.com

    Prof. Laecio Andrade (Feira de Santana)

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  8. Bernardo Diogo Cavalcante Netto16 de fevereiro de 2011 23:48

    Esse é meu adorado vovô,homem sábio,de grande valor,inteligente,soidário,honesto...,com ele aprendi a nunca desistir dos meus sonhos,mesmo enfrentando dificuldades.
    Ele é um maravilhoso avô,fica preocupado com os netos,onde quer que eles estejam,quer saber como a família está,se esta bem ou mal,ele é assim vive se preocupando,para ele se sentir bem com ele mesmo,a família tem que esta bem.
    Quero agradecer a todos do Quijingue.com,por fazer essa grande homenagem a esse homem ilustre que vive por essa cidade,e espera que um dia ela melhore.

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  9. Seu Bernardo, adorei sua entrevista, digna de um homem sério e honesto, que são poucos, o senhor é um grande cidadão.

    Abraços do amigo,

    Expedito

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  10. ALEX (SORVETERIA)

    PARABÉNS A TODA EQUIPE DA QUIJINGUE.COM, PELA ENTREVISTA COM O SR.BERNARDO

    ABRAÇOS A TODOS...

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  11. Esse é meu avô, homem simples que tem varias qualidades,entre as principais a honestiade, solidariedade...exemplo para toda a nossa familia..
    Bjos! Te amo!

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  12. parabens a equipe do quijingue.com pela excelente entrevista com sr bernardo, ele merece

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  13. um politico honesto que necessitamos de exemplos

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  14. Sempre vi e vejo em seu Bernado, uma pessoa sensata,uma pessoa que sempre visou o bem do povo Quijinguense.Acredito que,quem ama Quijingue,deve testemunhar com sua vida e com seu exemplo. Seu Bernardo é uma paradíigma neste sentido.Parabéns meu amigo. Quijingue é sempre dígno da nossa ajuda e do nosso testemunho.Isso posso afirmar,pois tenho orgulho de ser Cidadão Quijinguense.
    Parabéns seu Bernardo,parabéns Quijingue.Com

    Com abraços,PADRE FRANÇA GONÇALVES,sjc.



    .

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  15. Mas isto que aconteceu em relação ao meu pai, não o diminui, enquanto pessoa pública e honrada. Mas achei que a entrevista ficou apenas tratando de questões políticas, ora queria saber um pouco mais da origem destas pessoas, ele nasceu no cumbe do gato que é uma região que nasceu muita gente da linhagem da minha familia tambem, talvez saber um pouco a respeito de seus pais, seus avós, de onde vinheram, como se fixaram em quijingue, um lugar ruim pra caramba, porque não procuraram lugar melhor para projetar suas descendências. Sem romantismo, que me desculpem os poetas, mas para mim quijingue é um lugar sem futuro algum. Ao menos para mim, quijingue é apenas uma referência, que eu não posso negar, até porque minha história mostra a raça de muitas pessoas que nasceram aí, mas acho que quijingue é uma região projetada para o nada.

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  16. Ao amigo conterrâneo, JOSÉ XIRI:

    “um lugar ruim pra caramba, porque não procuraram lugar melhor para projetar suas descendências”

    Apesar de difícil, tento compreender quando vejo manifestações como a supracitada, vindo de um cidadão quijinguense. Se considerarmos as dificuldades que uma pessoa, nascida numa comunidade muito carente atravessa, para conseguir seu lugar ao sol, até entendemos certos posicionamentos. No entanto, como um, também, cidadão quijinguense, nascido em condições semelhantes, reservo-me ao direito de discordar de tal posicionamento.

    Apesar das dificuldades e falta de oportunidades do meu lugar, é o meu lugar e de lá tenho ótimas referencias. Ensinamentos que carrego para a vida toda. Ensinamentos que constituíram minha personalidade e alicerçaram a vida que conquistei e/ou que posso conquistar. Quando se tem base familiar e saúde o resto a gente corre atrás.

    “que me desculpem os poetas, mas para mim quijingue é um lugar sem futuro algum”

    Os problemas existem, assim como existem em todos os lugares. Fugir ou fechar os olhos pode ser mais fácil, menos doloroso. Mas também é um posicionamento egoísta. Assim como, é egoísta, pensar Quijingue a partir do que pode oferecer a mim ou à minha família. É preciso pensar Quijingue enquanto comunidade: ‘o melhor para mim é o que for melhor para todos’. Pensar no que pode melhorar para quem lá vive.

    Quem pensa assim, naturalmente se preocupa com o que está acontecendo por lá, principalmente, nas questões ligadas à política, pois dela repercute o futuro de todos nós.

    Querer o bem comum não é romantismo... é ideal.

    Att,
    Etevaldo

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  17. Neste quinta e sexta feira na semana pedagógica em Quijingue fiquei triste com o que rolou por la .A escola do Maceté, a famosa Tertuliano que ja foi tão invejada que ja teve os mellhores professores,hoje entregue nas mãos de pessoas que nao querem nada com Quijingue
    .

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  18. Muito bem comentarista os professores estavam mais perdidos do que nunca, não sabiam o que planejar, pois não sabiam que disciplina iam pegar, dava até pena quem observava de fora. se continuar assim a escala vai baixar as portas, é uma pena mesmo.

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  19. Meu Deus, as pessoas não estão vendo isso? E a secretária da educação ande se encontra que não ver essa situação, ou será que fecha os olhos para isso.

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  20. Queria ressaltar que esses assuntos não foi pedido aqui,até então.
    Devemos postar msgns sobre a entrevista do Sr, Bernardo, que por sinal foi de muita importância para aqueles que vivem em quijingue,sem lembrar das pessoas que ajudaram a formar esse lugar em que vivemos. Parabéns á todos que proporcionaram essa entrevista á uma das figuras importantes de da história do nosso município!

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  21. Sr Bernardo, fiquei feliz em saber que o sr está vivo e dando entrevistas. Saiba que logo lembrei do meu passado qdo o meu pai fazia compras em seu comércio.Um abraço no seu coração.

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  22. Parabéns meu tio adorei. O Sr. é um grande guerreiro. O mundo precisa de gente assim. Bjsssssssssssss

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  23. Nossa gostei muito da entrevista, parabéns seu Bernardo o senhor merece ser homenageado...

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  24. Parabéns a meu tio bernardo! mesmo com a idade ja avançada continua contribuindo para a evolução da nossa querida cidade.
    obrigada e um gra nde abraço,meu tio!!!

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  25. parabéns a meu tio!!! mesmo com a idade avançada continua contribuindo para a nossa querida cidade.
    obrigada meu tio!!!!

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  26. Êta tempo bom da porra!!!!era boca branca,contra boca preta!!!!!só que os bocas pretas, só compriam tabela kkkkkk. mais mesmo assim, eu era boca preta enjoado. ajudei comer a porca que o sr.Bernardo Diogo matou p/servir o povo no dia da eleiçao contra "Floriano"gente boa de boa índole votaria denovo um eleitor do pov.de Serra Branca...............

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  27. Homem de brio, mesmo em um momento difícil financeiro não abriu mão dos seus valores.
    Uma franqueza espiritual que desarma os mais bem preparados, a uma luta de igualdades.
    Parabéns Bernardo Diogo, sua pessoa servirá de exemplo por muitas gerações futuras.

    Inocêncio.

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  28. Boa entrevista!
    Parabéns à equipe do site.

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  29. Os mais velhos precisão de respeito, pois tem muito a ensinar. Homem de coragem, lutador, coerente. O senhor é um vencedor Diogo.

    Parabéns pela entrevista, obrigado por dividir a sua história com a sociedade Quijinguense.

    Abraço.

    As. Jackson

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  30. Caro anônimo, a política em sua essência, não é pra ganhar e sim pra servir.Bernardo fez a parte dele e vc já fez a sua?

    Abraço.

    Lucinha

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  31. parabéns ao blog pela entrevista em se. porém foi péssimo na seleção dos comentários.Obrigado Diogo por ser quijinguense e dar exemplo de honradez lealdade e respeito pelos seus adversários, parabéns.

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