Por: Zé Aldo Rabelo e Enaldo Brito
Não é de hoje que vivemos tempos difíceis na política brasileira.
Não é de hoje que vivemos tempos difíceis na política brasileira.
Advimos de um descobrimento dúbio e obscuro. É...! Embora os livros de história tenham assentado o descobrimento do Brasil aos portugueses, através de Pedro Álvares Cabral, há quem o atribua ao navegador espanhol Vicente Pinzón.
Desde então, em que pese as diversas tentativas, o Brasil insiste em não rumar para um processo civilizatório contínuo e perene. Foram muitas leis elaboradas em todo este curso de tempo. Até sede da Monarquia portuguesa fomos, quando da chegada, em fuga, em 1808, ao Rio de Janeiro, de Dom João VI e uma ampla comitiva real.
Para a parte do povo brasileiro que, de fato, necessita de anteparo pautado na prática de uma política séria e ética, o caminho tem sido, sobremaneira, penoso, e não se vislumbra, num horizonte próximo, nenhuma mudança desse atual quadro que se revela, inegavelmente, cínico e patológico.
O intróito acima exposto serve, tão somente, de anteparo para falarmos um pouco acerca do cancelamento dos festejos juninos de Quijingue, fazendo, inclusive, uma rasa análise do teor do decreto do executivo municipal. (Clique em Leia Mais para continuar)



















